4 de novembro de 2006

Ainda sem título

"Nenhuma dor foi capaz
De apagar os sonhos de infância,
De quebrar a força da esperança,
De tornar-me mais infeliz.

Sou uma força arisca,
Um suspiro desconcertado,
Um atalho quase raro,
Que a infelicidade não previu.

Cai, chorei, quase desisti.
Já caminhava para o fim.
A surpreza foi que nada surgiu em mim.
Só o sorriso! Um sorriso de vitória,
Vitória de um amor descoberto,
O amor por mim.

Agora sou pedra, sou suspiro
Não sofro, não morro, apenas respiro.
No pior da dor, em tudo me transformo.
Pois é no descanso, que eu me renovo"




Depois de muito tempo, a poesia resurgiu.... A felicidade foi descabida... Quase um êxtase de ideiais....

3 comentários:

Raul disse...

Texto lindo hein menina? Também senti saudades das suas palavrinhas doces lá no manual. Estamos aí outra vez.

Beijos!

Anônimo disse...

Maíra vc escreve muitoo !!!
Te adoro
Bjuss
Mari
=)

Unknown disse...

Oi Maira! Lindo seu blog! Parabens pelos textos e lay, ambos sao lindos! beijinhos!